Conheça os deputados federais mais influentes e populares no Facebook

A segunda versão do estudo do LabCaos identificou os deputados federais baianos mais influentes e populares no Facebook. A pesquisa, que acompanha a performance e presença digital dos parlamentares nas redes sociais, analisou as páginas dos 39 membros eleitos para representar a Bahia na Câmara Federal.


No estudo são identificados dois rankings; o ranking de influência – de acordo com o volume das conversações geradas pelos parlamentares – e o ranking de popularidade, que mede a quantidade da base de fãs registrada por cada deputado.

“No ranking de influência calcula-se a quantidade média de quantas vezes um fã interage com as postagens de uma página do parlamentar. É calculado dividindo-se a quantidade diária de reações, comentários e compartilhamentos pelo número de fãs. Já para definir a popularidade foi considerado o número da base de fãs de deputado”, explica o professor e responsável pelo estudo, Yuri Almeida.

Ranking
Em termos de influencia, o estreante Raimundo Costa (PR) lidera o ranking com taxa de 5%, seguido por Otto Alencar Filho (PSD), com 4,8%, professora Dayane Pimentel (PSL), com 3,9%, Daniel Almeida (PCdoB), com 3,6%, e Jorge Solla (PT), com 3,1% aparecem no top 5 do ranking.

Faça o download na íntegra do estudo

Já quando o assunto são os deputados mais populares, o cenário foi semelhante a primeira edição. A liderança é de Pr. Abílio Santana (PR), com 461.006 fãs, seguido por Dayane Pimentel (PSL), 195.843, Arthur Maia (DEM), com 108.642, Nelson Pelegrino (PT), com 108.153, e Jorge Solla (PT), com 92.217 ocupam os cinco primeiros lugares.


Sobre o estudo
Realizado entre o dia 01 de maio a 31 de julho de 2019, o estudo foi feito a partir dos dados públicos disponibilizados pelo Facebook. Após raspagem, os dados foram estruturados e analisados pelo LabCaos, hub especializado em ciência de dados e gestão de mídias sociais. O estudo integra uma série especial sobre a presença e atuação dos parlamentares e instituições baianas nas redes sociais. A primeira edição do estudo pode ser vista no site www.labcaos.com.br.

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